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OSB na decoração – ecologicamente correto

20, Jul 2017 | 0 commentários

OSBDecoracaoVocê já ouviu falar do OSB? OSB é um painel de madeira muito utilizado em obras, devido a sua grande resistência, versatilidade, durabilidade, além de proporcionar bom isolamento acústico. A sigla OSB vem do inglês e corresponde a Oriented Strand Board, que significa Painel de Tiras de Madeira Orientadas.

Além de tudo é um produto ecologicamente correto, já que é totalmente reciclável e feito 100% de madeira proveniente do reflorestamento, normalmente de pinus, seu processo de construção em 3 camadas perpendiculares unidas com resina eleva a madeira para outro patamar em matéria de resistência, rigidez e estabilidade.

Todas essas características aliadas ao baixo custo, leva diversos designers a utilizarem este material em seus projetos. O OSB combina muito bem com elementos em inox, misturado com MDF’s coloridos ou bancadas em silestone, limestone ou similares. Sua aplicação pode acontecer em sua forma natural, expondo a textura orgânica e tom da madeira, como pode ser pintada ou envernizada. Também pode ser utilizado em ambientes como cozinha e banheiro, devido a sua boa resistência a umidade, mas em lugares com contato excessivo com a água recomenda-se aplicar verniz náutico.

Confira algumas possibilidades de aplicação na decoração de ambientes:

Casa sustentável - fonte: http://casa.abril.com.br

Casa sustentável – fonte: http://casa.abril.com.br

 

Aplicação em cozinha. Fonte: decouvrirlendroitdudecor.blogspot.com

Aplicação em cozinha. Fonte: decouvrirlendroitdudecor.blogspot.com

 

Cabeceira da Cama. Fonte: http://www.ruthwelsby.com/

Cabeceira da Cama. Fonte: http://www.ruthwelsby.com/

 

Cozinha - Life Space Journey

Cozinha com pintura em preto – Life Space Journey

 

Fonte: elenaraleitao.com.br

Fonte: elenaraleitao.com.br

 

fonte: http://decouvrirlendroitdudecor.blogspot.com.br

fonte: http://decouvrirlendroitdudecor.blogspot.com.br

Adote um PET em Itapema

13, Jul 2017 | 0 commentários

PostFacePETJá pensou em ter um bichinho de estimação? Os os filhos já algum tempo pedem por um pet? Já é fato comprovado que ter animais em casa traz muitos benefícios a saúde, ao desenvolvimento social, através do prazer e bem-estar que proporcionam aos donos com suas brincadeiras, carinho e companheirismo.

Então que tal adotar um bichinho? Na próxima sexta-feira (14/07) a Fundação Ambiental Área Costeira de Itapema (FAACI) realiza a Feira de Adoção de animais. Quem quiser levar um animalzinho para casa pode passar na Praça da Paz, das 13h às 16h. Os interessados devem estar com documentos com foto para preenchimento do cadastro. Todos os animais que estarão expostos na feira estão vacinados e prontos para serem adotados. (fonte: www.itapema.sc.gov.br/)

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Confira abaixo 10 motivos para adotar um cãozinho:

VOCÊ ESTARÁ SALVANDO UMA VIDA
Animais de rua estão sujeitos a vários tipos de maus-tratos e riscos de vida. Ao adotar, você garante que este animal tenha uma chance de sobreviver e de desfrutar de uma vida feliz e saudável com alguém que se importa com ele.

TRAZ FELICIDADE PARA A CASA
Ao mesmo tempo em que você faz bem para o cachorro, ele também se esforça para proporcionar momentos de alegria para sua vida. Na verdade, o sentimento de felicidade estará presente para a família toda.

CUIDA DA SAÚDE
Diversas pesquisas já comprovaram o bem que o cão provoca à saúde das pessoas, tendo em vista que ter um animal em casa resulta em passeios que estimulam os exercícios, melhoram a pressão sanguínea e evita que o tutor apresente indícios de depressão, ansiedade ou estresse.

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DIMINUI O NÚMERO DE ANIMAIS ABANDONADOS
Todos os animais merecem uma vida de amor e cuidados, por isso que ao adotar você está oportunizando uma vida de mais qualidade para um peludinho. Além disso, adotando um cachorro em uma ONG você, automaticamente, salva mais de uma vida, uma vez que o espaço do seu novo melhor amigo é destinado a outro animal de rua que será resgatado.

ECONOMIZA DINHEIRO
Como o próprio nome já diz, adotar reflete em não gastar dinheiro comprando um animal. Além disso, os cães vira-latas adotados costumam ser mais resistentes que os de raça, por isso adoecem menos e, consequentemente, não geram tanta despesa.

NÃO TEM SURPRESAS
Muitas pessoas têm um certo receio em adotar cães adultos, por alegarem que eles não se acostumam na nova casa. Pensar desta maneira é completamente errôneo, visto que eles são mais gratos por serem acolhidos adultos. Também não haverá surpresas, como crescer mais que o esperado, chorar durante a noite ou apresentar um comportamento diferente de quando era filhote. E muitos já vêm castrados.

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VOCÊ NÃO FINANCIA SOFRIMENTO
Infelizmente, o mercado que negocia a vida dos pets pode ser muito cruel com eles. Na maioria dos casos, os criadores (donos das fábricas de filhotes) exploram os animais de raça, fazendo com que estes procriem incessantemente, gerando os filhotes que são comercializados por este mercado perverso. Quase sempre, nestes canis, os animais não recebem nenhum atendimento médico e vivem em ambiente com pouca ou nenhuma higiene, submetidos a situações degradantes. Adotando, você não corre o risco de financiar este tipo de crueldade.

RECEBERÁ UM AMOR DIFERENTE
Como já foi mencionado, os animais adotados são gratos ao tutor pela oportunidade que recebem, em ter uma vida com mais segurança, cuidados e amor. Assim, não há dúvidas de que o amor retribuído pelo cão será especial.

CRIA NOVOS CONCEITOS NA SUA VIDA
O amor que o cachorro adotado traz para a vida do tutor carrega diversos ensinamentos e o principal deles é a gratidão. A partir de uma adoção as pessoas podem entender melhor o que significa ser grato, pois é exatamente este sentimento que o cão consegue transmitir.

VOCÊ FARÁ NOVOS AMIGOS
Sair de casa para passear com o cachorro é um entretenimento até para você mesmo, que, ao encontrar um outro tutor de cão, passa a fazer uma nova amizade, compartilhando as histórias e peripécias de cada peludinho.

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Open Design – tendência em design

6, Jul 2017 | 0 commentários

PostFaceDesign

O Design Aberto (ou open design) tem sido considerado mais uma tendência que veio para desafiar os paradigmas de mercado. São projetos de design assinados, em que a relação com o direito autoral foge dos padrões convencionais, sendo disponibilizados gratuitamente para que qualquer pessoa do mundo possa fazer o download do projeto e montar seu próprio mobiliário. É mais uma vez a tecnologia digital oportunizando eliminar as barreiras geográficas.

O que permite isso é a tecnologia CNC, máquina que corta peças de madeira com base em um arquivo digital, e que atualmente permite inclusive fazer cortes arredondados. De modo que basta levar o arquivo para ser cortado, e montar seu móvel em casa.

Exemplo de estúdio que trabalha com este conceito é o Studio DLuz, criador da cadeira Valoví que já conta com mais de 5mil downloads e já foi produzida em mais de 100 países. A cadeira, considerada a mais baixada no mundo, também pode ser comprada pelo site monodesign por R$379,00, e montada em casa.

Cadeira Valoví - foto: divulgação

Cadeira Valoví – foto: divulgação

“O design aberto é uma inversão no mundo em que a gente vive. No momento em que liberamos para outras pessoas usarem o nosso potencial criativo estamos fazendo a nossa parte na reinvenção do mobiliário. Se aquele design pode ser aplicado em outros lugares porque não disponibilizar o arquivo aberto? ”, explica Denis.

Poltrona Balancê - Divulgação

Poltrona Balancê – Divulgação

Além disso, ele explica que o design aberto torna o processo de fabricação de um móvel como uma cadeira, por exemplo, muito mais sustentável ecologicamente e também do ponto de vista econômico. “Retiramos todos os custos e malefícios do frete e incentivamos a produção, o comércio e o consumo local de matéria-prima”, resume. De certa forma, o design aberto impulsiona a democratização da produção ao mesmo em que incentiva um novo modelo de negócio que tem tudo a ver com a nova economia dos dias atuais.

Urban Jungle – floresta dentro de casa!

29, Jun 2017 | 0 commentários

Você já ouviu falar do Urban Jungle? Urban Jungle é um conceito de decoração com base na vida repleta de verde. Muitas e muitas plantas colocadas pela casa. Também conhecido como Deco Jungle, esse estilo promete colaborar com a saúde e qualidade de vida, além de trazer aconchego ao ambiente.  Um ícone desta tendência é o Urban Jungle Bloggers, site criado por Igor Josifovic (da Alemanha) e Judith de Graff (da França) que traz uma série de artigos e referências dentro dessa tendência, além de postagem de colaboradores que podem postar seus artigos nesse arbório blog de decoração.

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Confira abaixo algumas dicas que o casal deu para revista Casa e Jardim de como decorar com platnas:

1. Crie um minijardim no parapeito de sua janela: combine várias plantas da mesma espécie, por exemplo cactos. Ou faça um mix de plantas de tamanhos e texturas diferentes para criar uma floresta urbana.
2. Faça seu próprio terrário: use uma jarra de vidro e aposte em plantas que amam umidade, como a peperomia, geastrales e outras.
3. Aposte em um jardim vertical. Com tutoriais disponíveis na internet é possível montar os suportes gastando pouco.
4. Uma única planta robusta em um ambiente funciona muito bem. Que tal uma árvore-da-borracha? Ou uma grande euphorbia? Um cacto alto também é uma excelente opção. Para completar, um quadro com uma imagem botânica traz ainda mais charme ao espaço.
5. Vários vasos de plantas. Aqui é um outra opção de faça você mesmo. Que tal desenhar e pintar seus vasinhos? Combine peças vintages com referências modernas.

Veja a matéria completa de Casa e Jardim clicando aqui

Acesse o blog Urban Jungle clicando aqui

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Empreendimentos GEA Construtora

12, Jan 2017 | 0 commentários

É com prazer que, através deste vídeo, a GEA Construtora apresente seus empreendimentos!

Três tipos de iluminação que sua casa precisa!

24, Out 2016 | 0 commentários

Cada um dos tipos de iluminação – direta, indireta ou difusa – têm uma função específica na casa. Se usados da maneira correta, o seu lar pode ficar mais confortável e aconchegante, isso sem falar na decoração, que também sai ganhando com belos pendentes e lustres. Abaixo, entenda a função de cada tipo de iluminação:

 

Difusa
Essa é a forma mais popular de iluminação, aquela geral, instalada no teto e centralizada nos ambientes. Esse é o tipo de iluminação que consegue distribuir o fluxo luminoso de maneira uniforme. Ela é muito eficiente para iluminar mesas de jantar e bancadas, pois distribui a luz de forma harmônica e homogênea. Uma dica: se você tem ambientes integrados, é interessante criar circuitos de energia elétrica separados para os espaços, assim é possível escurecer um cantinho e clarear outro, de acordo com a ocasião.

 

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Indireta
É utilizada para deixar o ambiente com mais aconchego e mais intimista, é perfeito para atividades focadas, como ler, estudar e costurar, por exemplo. Realizar essas tarefas com a luz muito próxima dos olhos pode prejudicar a visão a longo prazo. Luminárias, pendentes e lâmpadas penduradas são ótimas opções para criar esse tipo de iluminação. Se, por o acaso, o ambiente acabar ficando escuro, tenha sempre mais fontes de luz, para que não aconteça uma fadiga visual.

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Direta
Aposte nessa opção se você precisa destacar algum cantinho da casa, como uma peça de decorativa, uma parede texturizada, aquela obra de arte que você adora ou qualquer item do lar que mereça estar sob pequenos holofotes. Spots e abajures são muito usados para este fim, valorizando a decoração do espaço.

iluminacao-direta

 

É preciso lembrar que não é obrigatório escolher só um tipo de iluminação. Você pode e deve misturar esses tipos. Por exemplo, você pode utilizar a iluminação difusa para fazer a base de seu projeto e completa-lo com outras luminárias para fazer a iluminação direta.

 

Fonte: Revista Casa e Jardim/Lustres pra casa

Decoração de Home Offices

18, Jul 2016 | 0 commentários

Já tratamos aqui no blog da GEA de edifícios multifuncionais, agora é hora de falar de espaços multifuncionais em espaços residenciais. É cada vez mais comum o uso de um ambiente da casa como estação de trabalho, os chamados “Home Offices”, confira abaixo alugmas dicas para decoração deste ambiente:

Decoração de home
office exige bom senso

Um home office é basicamente a criação de um escritório em casa, desta forma, decorar e organizar este ambiente exige uma atenção especial, já que o foco principal não pode ser desviado. É preciso compor as cores, móveis e objetos de uma forma que estimulem a concentração e criatividade e ao mesmo tempo traduzam um estilo acolhedor e confortável que somente a casa tem.

decoracao-home-office-pequeno

Em resumo, deve haver um equilíbrio na decoração de home office. Ele não pode ser muito confortável, pois um ambiente mais aconchegante estimula o relaxamento, e ele também não precisa, necessariamente, ser algo tão sério, com cadeiras e iluminação pouco atrativas.

como-decorar-home-office

As cores podem estar presentes na decoração do home office para trazer maior personalidade, e vale lembrar que elas são elementos que influenciam diretamente no humor e no décor. A cadeira também pode ser colorida e contrastar com móveis mais cleans em tons neutros. Lembre-se: a decoração de home office não deve estimular o entretenimento. É por esta razão que muitos designers de interiores aconselham à montagem de um escritório separado do quarto, seguindo, apenas, a premissa da boa iluminação e ventilação.

home-office-grande

Conte com armários e móveis para deixar a decoração do home office completa e funcional. Estantes também podem ser boas saídas para organizar documentos e livros que precisam estar sempre à mão para uma eventual consulta. E o mais importante: a mesa precisa contar com um design arrojado, que permita o conforto e que tenha espaço para a organização do computador pessoal dentre outros objetos.

Home

Com relação aos objetos menores, dê preferência ao que é importante para o seu trabalho e que não te distraia ao primeiro olhar. Vasos de flores para dar vida ao ambiente, uma luminária, organizadores para mesa e até mesmo uma cafeteira são bons itens que compõem a decoração de home office, não te deixam perder o foco e ainda são muito úteis.

Fonte: http://www.blog.lolahome.com.br/decoracao-de-home-office/

O que é LUXO?

15, Jul 2016 | 0 commentários

 

Luxo

A definição do luxo é uma tarefa árdua.

Jean Michel Wilmotte, arquiteto e urbanista francês, em entrevista recente aceitou o desafio de definir o conceito.

Ele vê o luxo como espaço na sua definição ampla. Espaço identificado como lugar,  o luxo seria não se sentir confinado dentro de um determinado lugar. Espaço identificado  como tempo, o luxo seria não se sentir prisioneiro das modas e regras de um determinado momento.

Wilmote se considera um monge do luxo pois ele descarta o luxo excessivo e o luxo ostensivo. O luxo é discreto e não se exibe. Ele deve uma suspeita, algo que aguça nossa curiosidade.

As imagens que representam o luxo para este grande arquiteto são uma imensa biblioteca com uma escada de madeira, uma lareira com chamas verdadeiras, uma banheira diante de uma paisagem que se prolonga até o infinito.

Como avançar a definição do luxo?

Algumas das intervençõs de Wilmotte:  o Departamento de Ars Premiers do Museu do Louvre, os móveis urbanos da avenida Champs Elysees, a Place de la Libération de Dijon, o Château Clos d’Estournel…

Fonte: http://www.conexaoparis.com.br/

Edifícios Multifuncionais

8, Jul 2016 | 0 commentários

Morar, trabalhar, comprar e divertir-se são atividades dinâmicas cada vez mais entrelaçadas. Os edifícios multifuncionais, também chamados de híbridos, são aqueles que conjugam diferentes usos no mesmo projeto, independentes entre si, cada um com sua própria gestão. Os edifícios híbridos são como cidades verticais, onde o objetivo é criar intensidade e vitalidade para as cidades e atrair as pessoas.

No Brasil, os edifícios multifuncionais ganharam mais destaque na cidade de São Paulo. Nesta cidade, essa tipologia foi largamente empregada, configurando eixos de valorização do solo e colaborando para a consolidação de eixos comerciais. Um exemplo em São Paulo, é o edifício Copan projetado por Oscar Niemeyer com colaboração de Carlos Alberto Cerqueira Lemos. O Copan ocupa terreno de 6.006,35 m² e é composto por torre residencial com 32 andares, com 1.160 apartamentos de variados tamanhos, desde quitinetes até apartamentos de quatro quartos distribuídos em 6 blocos, além de uma área comercial no térreo, com 73 lojas, e sala de cinema que hoje é ocupada por uma igreja evangélica. O edifício possui 20 elevadores no total e 221 vagas para automóveis em dois subsolos.

Em Itapema, um exemplo de edifício multifuncional o é o Chatêau Unique, da GEA Construtora, que no mesmo projeto combinam salas comerciais, apartamentos residenciais com área de lazer completa, e estacionamento terceirizado, tudo isso na quadra do mar, oferecendo a possibilidade completa do lazer e trabalho num único lugar. Para saber mais sobre este empreendimento clique aqui, ou baixe o folder completo do empreendimento em .pdf clicando aqui.

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Dez dicas de ouro para iluminação residencial

4, Jul 2016 | 0 commentários

A iluminação de uma casa é um aspecto fundamental para proporcionar a sensação de conforto para os moradores,  sua função é funcional e ao mesmo tempo estética, e seus cuidados variam dependendo do uso de cada cômodo. O projeto das aberturas de casa ou apartamento é fundamental para a relação com a luz no imóvel durante o dia, já para o período noturno a escolha da iluminação adequada dentre as várias possibilidades oferecidas no mercado é fundamental para uma melhor conjunção do dia-a-dia. Confira abaixo 10 dicas de ouro na Iluminação na Casa da arquiteta e Light designer Neide Senzi, responsável pelos projetos de iluminação do Museu do Ipiranga, Teatro Municipal e Mercado Municipal de São Paulo:

Apto Decorado - Place de L´Etoile - GEA Construtora

Apto Decorado – Place de L´Etoile – GEA Construtora

1. O projeto de iluminação de uma residência deve levar em conta não apenas a estética, mas a função de cada ambiente e a relação que o morador terá com ele. O posicionamento das luminárias deve ser pensado de acordo com a decoração, sempre levando em conta o aspecto funcional do cômodo. É importante descobrir o tipo ideal de lâmpada para o efeito de iluminação desejado e o posicionamento ideal que ela deve ter. As características do produto devem atender às necessidades do ambiente, não o contrário.

2. Na cozinha, é preciso enxergar com precisão os alimentos. Por isso, o ideal para esse cômodo é utilizar lâmpadas com grande Índice de Reprodução da Cor (IRC). As lâmpadas incandescentes (como as halógenas e as dicróicas) são as que possuem maior IRC.

3. Na Sala de Estar, o ambiente precisa ser agradável e aconchegante. Para ter esse efeito o ideal é utilizar lâmpadas com aparência de cor amarelada. A iluminação focada, obtida com lâmpadas refletoras (como as dicróicas), é mais sofisticada, mas deve ser usada como cautela já que pode causar uma sensação de ofuscamento, dependendo da posição em que seja colocada. Elas também devem ser bem distribuídas porque não distribuem a luz pelo ambiente. A melhor opção é utilizar uma iluminação mais difusa, com luminárias suspensas.

4. No quarto, a luz uniforme e indireta é a que dá melhor resultado. Ela pode ser obtida com luminárias com filtros de acrílico ou vidro foscos. A iluminação precisa se ajustar às atividades que podem ser desenvolvidas no quarto – ler, ver televisão, namorar, trocar de roupa. Um recurso que costuma ser bastante útil é a dimerização, ou seja, um controle para a intensidade da lâmpada.

5. No escritório a iluminação deve ser focada em alguns pontos – nos livros e estantes e na mesa de trabalho. Mas também é preciso trabalhar para evitar o ofuscamento. Lâmpadas refletoras, por exemplo, podem incidir sobre a tela do computador e deixar o ambiente mais cansativo.

6. Se você gosta de brincar com diferentes cenas de iluminação, a sala de jantar é o melhor lugar. Dependendo do clima desejado – um almoço em família, um jantar a dois, uma recepção para os amigos – a iluminação pode ser modificada. Algumas opções de cena são: dois focos de luz em cima da mesa vindo do teto, que criam uma atmosfera mais intimista e deixam o resto da casa na penumbra; luz difusa sobre a mesa, que deixa o ambiente iluminado como um todo; arandelas para criar uma iluminação indireta e mais aconchegante, ideal para um almoço de família; ou um lustre pendente central, que poderia ter dimerização para controlar a intensidade da luz de acordo com a necessidade.

7. O banheiro é o cômodo onde mais se cometem erros de iluminação. A regra básica é: iluminação uniforme e intensa, principalmente na bancada da pia. As lâmpadas refletoras devem ser evitadas a todo o custo porque criam sombras no rosto e prejudicam as mulheres na hora de se maquiar e homens quando fazem a barba. Para o banheiro são indicadas luminárias com acrílico leitoso, vidro leitoso ou lâmpadas difusoras, como a fluorescente. A luz de camarim, que alguns usam no banheiro, também é bastante prejudicial para a aparência, já que cria sombras, e as lâmpadas são muito quentes, fazendo o usuário do espelho transpirar com facilidade. (essa iluminação só é usada no camarim para o artista simular a visão que a platéia terá dele: com luzes em foco).

8. É importante pensar na quantidade de luz realmente necessária em cada cômodo. Muito projetos exageram na quantidade de lâmpadas que, muitas vezes, focam em espaços que não precisariam de tanta luz e deixam escuros locais que deveriam ser mais iluminados. No jardim, por exemplo, é comum vermos lâmpadas de 300 watts sendo utilizadas em vários pontos de luz. Elas são desnecessárias. Lâmpadas com 70 watts de potência dariam um efeito bem semelhante com uma imensa economia de energia.

9. A cor das paredes do cômodo deve ser levada em conta para escolher a melhor forma de iluminá-lo. No caso de paredes mais escuras, que absorvem mais luz, o ambiente precisa de lâmpadas com maior intensidade. A aparência da cor da lâmpada também deve ser levada em consideração: se for amarela e incidir sobre uma parede azul, pode deixá-la verde e o usuário perde o efeito de cor que queria quando escolheu a tinta. Se o morador optar por tintas de cores mais claras, pode brincar com filtros coloridos sobre as lâmpadas e produzir efeitos de cor com maior versatilidade.

10. Toda lâmpada emite calor, umas mais outras menos. É importante, na hora da escolha da lâmpada, levar em conta sua emissão de calor. Lâmpadas incandescentes são as que mais emitem calor – colocá-las logo acima de uma poltrona para assistir televisão ou na praia farão qualquer um transpirar. É bom lembrar que, quando mais eficiente a lâmpada, menos calor ela emite – e mais o usuário economiza na conta de luz.

fonte: https://www.iluflex.com.br/solucoes/residencial/27-10regras